Radiónica: intervenção à distância
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O poder sobre o invisível.

 CAMPOS INFORMACIONAIS INTRÍNSECOS 

A NÃO LOCALIDADE DOS FENÓMENOS

Radiónica é um método de diagnóstico e tratamento à distância. É feito essencialmente com base na sintonia mental do terapeuta e do uso de instrumentos especialmente projetados. Através deste método, pode-se determinar as causas subjacentes da doença nos sistemas vivos, humano, animal, vegetal, e elimina-las.

Uma das grandes vantagens da Radiónica é que muitas vezes é possível descobrirem-se condições potencialmente graves em um estágio inicial e, através de um tratamento apropriado, impedir que elas se desenvolvam até um ponto em que se tornem clinicamente identificáveis.

O tratamento radiónico ocorre num plano energético sutil. Baseia-se em energia vibracional não incluída no espectro eletromagnético. Age sobre o Biocampo (Aura para os místicos) que contém as principais estruturas energéticas e demais circuitos, que suportam e vitalizam o corpo físico.


  A Radiónica equilibra e reorganiza os padrões energéticos que são o "blueprint" da manifestação dos sintomas físicos, emocionais e/ ou psicológicos. Também pode interferir sobre todos os demais fenómenos que observamos na natureza. Portanto, sua ação não pode prejudicar nenhum tecido vivo ou produzir efeitos colaterais negativos. 

 A beleza do tratamento radiónico é que age a montante de qualquer fenómeno físico e não é invasivo. Assim, se conveniente for, pode ser usado para complementar todas as outras formas de terapia. Sua eficácia nessas condições é tal que ele constitui-se num sistema completo de cura por direito próprio.

O alcance da Radiónica é teoricamente ilimitado, mas, na realidade, é limitado pela sensibilidade, conhecimento e tecnologia do praticante. Os profissionais de Radiónica usam instrumentos cada vez mais sofisticados para sintonizar, identificar e tratar desequilíbrios nos padrões de energia inerente aos seres humanos e a todos os fenómenos da natureza.



OS FUNDAMENTOS DA RADIÓNICA

O conceito básico é o de que o homem e todas as outras formas de vida compartilham um terreno cósmico comum. Todos estamos banhados pelos campos de energia electromagnética e outras, não só da terra, mas de todo o universo (chamado Éter, Ponto Zero, Campos Morfogenéticos ou Informacionais). Isso constitui-se na base científica para a teoria e prática da Radiónica em todos os campos, inclusive o terapêutico. 

Cada forma de  matéria inanimada, e cada ser vivo, têm os seus próprios campos informacionais formando um complexo energético idealmente equilibrado.  Se por ação de qualquer interferência esse campo ficar distorcido e se desestruturar de forma prolongada, essa desestruturação refletir-se-á no correspondente físico como desarmonia (doença). O fenómeno quântico da "não localidade" permite e explica os resultados da intervenção à distância através da radiónica.

Quem pode beneficiar-se da Radiónica?

1. Qualquer pessoa que apresente:

  •  Sistemas e órgãos do corpo desequilibrados: 
  • Convalescença ou a sofrer de doença crónica; 
  • Baixa imunidade; 
  • Problemas infecciosos; 
  • Problemas hematológicos; 
  • Problemas hormonais; 
  •  Desequilíbrios nutricionais ou que têm dificuldade para perder peso; 
  • Algum tipo de intoxicação; 
  • Queda de energia anímica ou física; 
  • Desequilíbrios de memória ou concentração e aprendizado; 
  • Estresse de longo prazo ou fadiga crónica; 
  • Insónia ou pesadelos;  
  • Vícios;   
  • Alergias, hiper sensibilidades e intolerâncias alimentares; 
  • Problemas psicoemocionais, Ansiedade e Depressão;  
  • assoladas por entidades ou sensíveis à energias negativas astrais ou as chamadas de "paranormais";
  • Assoladas por obsessões e problemas espirituais;
  • Sensibilidade ao estresse Geopático.

2. Animais doentes.
3. Plantas, produções agrícolas e criações com problemas de nutrição e de pragas ou desenvolvimento.

Um bocadinho de História

A Radiónica foi descoberta pelo Dr. Albert Abrams (1863 - 1924), que nasceu em São Francisco (USA ) e tornou-se um dos médicos mais qualificados do seu tempo. Apesar do sucesso dos ensaios clínicos, certos elementos da comunidade médica e científica tentaram negar e desacreditá-lo. 

Em 1924, o ano da morte do Dr. Abrams, uma comissão da "Royal Society of Medicine", sob a presidência de Sir Thomas Horder, investigou a Radiónica. Para espanto de detratores da medicina convencional e de alguma ciência da época, após testes tiveram que admitir que os princípios da técnica de Abrams foram comprovados. O protocolo e o equipamento de Abrams eram utilizados com a presença do paciente.

Posteriormente, na década de 1930, nos Estados Unidos, a quiroprata Dra. Ruth Drown acrescentou surpreendentes inovações na área do diagnóstico e da cura, porém à distância. Com o uso de uma gota de sangue em um pedaço de papel de filtro ou uma amostra de cabelo ou fotografia do paciente, o diagnóstico era feito e o tratamento administrado à distância. Ainda hoje pode parecer difícil aceitar que tal tratamento possa ser efetivo. No entanto, o peso das evidências clínicas mostra que é muito eficaz em um número significativo de casos. Modernamente, com a evolução da física quântica esses fenómenos sutis são explicados pelo princípio da não localidade e podem facilmente ser compreendidos.